Há dias em que eu dispenso as palavras de consolo, o ombro amigo, os lenços de papel. Falo comigo mesma, uma espécie de amiga íntima, que me habita e me liberta. Só ela já me viu ridiculamente frágil, olhos vermelhos, soluços e gritos silenciosos, palavras ditas no escuro para ninguém achá-las. Ontem foi assim, eu falei-gritei-chorei no escuro, e ela, só ela me ouviu. Ela sabe das saudades, das dores pelas coisas que se foram e daquelas que ficaram e ainda doem, dos meus medos, desejos, segredos...sorrisos, amores, amigos...Viver é acima de tudo, se adaptar...pensamos grande...voamos alto...mas estamos sempre presos a sentimentos, pessoas, coisas insignificante ou valiosíssimas...Querendo ou não...nossas escolhas são sempre afetadas pelo meio em que vivemos...somos limitados...Almejamos a liberdade absoluta...o poder de determinar onde vamos e quando chegar...mas essa não é a dura realidade...
quarta-feira, 24 de fevereiro de 2010
Há dias em que eu dispenso as palavras de consolo, o ombro amigo, os lenços de papel. Falo comigo mesma, uma espécie de amiga íntima, que me habita e me liberta. Só ela já me viu ridiculamente frágil, olhos vermelhos, soluços e gritos silenciosos, palavras ditas no escuro para ninguém achá-las. Ontem foi assim, eu falei-gritei-chorei no escuro, e ela, só ela me ouviu. Ela sabe das saudades, das dores pelas coisas que se foram e daquelas que ficaram e ainda doem, dos meus medos, desejos, segredos...sorrisos, amores, amigos...segunda-feira, 19 de outubro de 2009
Feios Porém Lindos
( Danilo Gentili diz: O último elogio que recebi eu tinha 21 anos( atualmente 30). Foi da minha ex. Ela disse : Parabéns! Você é ótimo em estragar tudo!) Matha Medeiros
sexta-feira, 9 de outubro de 2009
1º ANO DO PSICO
Sinto-me muito feliz por ter colaborado(indiretamente) na criação do Psico, e poder acompanhar você Rivaldo-san se superando e me surpreendendo sempre, aflorando todos os “senhores” que edificam sua personalidade através de seus textos tão bem elaborados , que expressam claramente o que você pensa, sente, vê e acredita.
Obrigada por ser uma inspiração pra mim, me motivando a ir sempre além; por suas palavras de conforto, massagens de ego, enfim, pela grande pessoa que és o sentimente de amizade que compartilhamos.
segunda-feira, 5 de outubro de 2009

A gente nunca pode julgar o que acontece dentro dos outros
Rótulos, pré julgamentos e afins. Bombardeios de opiniões mal formadas atinge-nos a todo momento.Partindo do princípio de julgamento onde a nossa base é que se faz valer, acabamos ditando o certo e o errado, sendo um impulso instantâneo, como tal egoístas que somos, atitudes e opiniões próprias é que são a conduta correta. Atitudes tão alienadas, que fazem com que nossos julgamentos sejam parcial e até mesmo totalmente contraditórios à nossas próprias ideologias.Duas amigas, um pouco mais novas que eu, irão casar daqui alguns meses (cada uma com o seu protótipo de marido). Isso já foi motivo de longas conversas entre nós, porque eu simplesmente não entendia o que se passava dentro da cabeça dessas duas. Com tantas e tantas coisas pra se viver e se aprender (sozinhas); tantas pessoas pra se conhecer; tantas festas pra se divertir, elas vão CASAR!!! Eu, como sou praticamente contra casamentos, principalmente nesta idade, achava um grannnde absurdo elas terem optado por se unir tão cedo a alguém, com laços assim tão profundos, apenas para seguir dogmas. Na minha percepção, isso traria conseqüências totalmente negativas, e depois disso o arrependimento. Casamentos não são tão simples como elas moldam. Dentre nossas tantas contendas, a idéia dos “futuros filhos” era o argumento que eu mais usava, pois mais cedo ou mais tarde eles virão, e o pouco tempo disponível para elas mesmas, seria reduzido a (quase) nada.Um dia eu questionei–as sobre seus sonhos. Me contaram seus planos, mas sonhos de verdade não se manifestaram. Não havia aquela inquietação de quando estamos determinados a alcançar nosso objetivos, porém, não faltou-lhes o brilho no olhar. E foi a partir daquele dia que passei a ter uma perspectiva diferente sobre tudo isso.O que realmente vale a pena nessa vida? São os realizações financeiras ou as afetivas? A gente vive dizendo que falta um pouco mais de amor, de compaixão no mundo, mas na realidade vamos contra esse ideal, e o que pesa em nossos sonhos é alcançar estabilidade (R$), independência (R$), e não o amor.E é exatamente o que elas estão encontrando. O AMOR. Pensava sempre no quanto o casamento priva as pessoas de realizarem seus desejos pessoais, sem ao menos saber o que se passava dentro de cada uma, julgando o que eu não podia ver, o que está oculto e cabe apenas a elas e seus respectivos futuros maridos, e não a mim opinar. Analisar a situação externamente é uma atitude que não trás bons resultados, quem somos nós para definir FELICIDADE para os outros? Cabe a cada ser, buscar um significado próprio, e assim ser FELIZ.
Há mulheres que dizem:Meu marido,
se quiser pescar, pesque,mas que limpe os peixes.
Eu não. A qualquer hora da noite me levanto,
ajudo a escamar, abrir, retalhar e salgar.
É tão bom, só a gente sozinhos na cozinha,
de vez em quando os cotovelos se esbarram,
ele fala coisas como “este foi difícil”
“prateou no ar dando rabanadas”e faz o gesto com a mão.
O silêncio de quando nos vimos a primeira vez
atravessa a cozinha como um rio profundo.
Por fim, os peixes na travessa,vamos dormir.
Coisas prateadas espocam:somos noivo e noiva.
Adélia Prado, Casamento
terça-feira, 25 de agosto de 2009
segunda-feira, 24 de agosto de 2009
Coisas de tia
Meu coiso mais gostoso desse mundo cantando e tocando muuuuito ! =D
E a tia babona dando um apoio.
Só módão!
Amo mais que chocolate!
Relato de uma formanda de dança gaúcha feliz
Não vou ficar falando do fim, sem nem ter contado o começo né.
E foi tudo tão bom, que faltam até palavras.
No meu primeiro dia, encontro ninguém mais, ninguém menos que Rivaldo-san lá ( amigo-massageadordeego-conselheiro-psicólogo-filósofo-pédevalsa-bohemio-gênio e agora padrinho). E ele, como sempre, me impulsionou a seguir em frente, mesmo eu não acertando um único passo no xote figurado, ele dizia que estava indo bem (:P).
Então chegou o dia da tão esperada (pelo menos por mim foi) formatura. O dia decorreu perfeitamente bem, com exceção do grande atraso na chegado do meu vestido, fato que me deixou extremamente irritada e que acarretou uma pequena falta de pontualidade, mas graças ao Cara lá de cima deu tudo certo.
Que sensação delirante que aquele monte de panos trás, dá uma segurança, mesmo sendo muito quente e um tanto comprido pra mim (eu quero maais).
Meu Padrinho mais querido!
Graças ao Sr. Rafael saí com cara de pamonha, além de muito melada de suor, depois de ter dançado sei lá quantas músicas seguidas, com essa criatura do meu lado esquerdo.
Ele fica rindo de mim; diz que eu danço muito mal; que é um sacrifício dançar comigo; que se eu caísse, ele iria sair correndo e que eu uso a desculpa esfarrapada de ser aprendiz quando cometo os meus errinhos, mas mesmo assim eu adOro ele. E se fosse o contrário, e quem caísse fosse ele, eu cairia junto e fingiria ser uma figuração. Ah e foi numa conversa durante a dança que eu criei uma nova forma de dividir os homens, os que dançam e os que não dançam.(^^)
E como esquecer da minha sobrinha Kuka?! Ela que roubou a cena naquela noite. Extremamente receptiva, se deu bem com todos. Coisinha querida ;)
Na última sexta-feira foi encerrada esta maravilhosa etapa da minha vida, e é com grande satisfação que repetirei tudo isso, seja para aprimorar o que me foi ensinado, seja para continuar passando algumas horinhas semanais com meus novos amigos, seja simplesmente pela alegria que a dança me trás...
sexta-feira, 7 de agosto de 2009
Certo ou Duvidoso?
Quantas oportunidades e amores e sorrisos são perdidos por optar pela segurança...Tudo na vida é impontual, impresível. Juramos de pés juntos que somos pacientes, mas a realidade é que vivemos na busca constante de felicidade, de amor, mas a disponibilidade nunca se adéqua ao momento, resistimos, falamos NÃO, mesmo que aquele órgãozinho solitário pulse com tanta intensidade, capaz de nos fazer tremer dos pés a cabeça, preferímos ser indiferentes a felicidade por julgar o novo, passível de erros.
E se não der certo, tenta uma amnésia seletiva, uma lavagem cerebral, uma bebida com um amigo, um livro...ou fique vegetando com uma música de fossa como fundo musical e a voz torturante da Sra Conciência te condenando por não fazer o “certo”. É tudo uma questão de escolha.
Felicidade ou razão? Bate com duas colheres de açúcar no liquidificador e serve pra dois.



